No estúdio de ioga da esquina da cidade pequena, a madura Lin, na casa dos trinta, veste calças de ioga justas, e as curvas insinuam-se sob o tecido. Depois do turno da noite, ela costuma encontrar-se no vestiário com o vizinho mais novo, que acaba de completar vinte anos. Sob a luz, a pele ligeiramente húmida dela cruza-se com o olhar dele, e entre a mulher mais velha e o rapaz ergue-se silenciosamente uma tensão ambígua. O tecido das calças de ioga estica-se suavemente com os movimentos dela, prenunciando o contacto íntimo que está prestes a desenrolar-se.